sábado, 6 de julho de 2013

A costureira

A minha Eterna 
Costureira... Da. Didi!...

Criaturinha do tipo franzina
De corpo delgado
De sorriso nos olhos 
De mãos afáveis!...

Entre linhas, agulhas, dedais,
Uma mesa de corte,
Uma prancheta, 
Modelos da época...
Maquina tocada a pedal
Uma Inglesinha Singer!...


Uma caderneta de anotações precisas... 
Com a sua trena, busto, quadris, alturas, 
Largura e medidas centimetricas e a fins exatos, 
Eram passadas para os tecidos, 
Através de moldes e riscos de giz. 
Alfinetes, tesouras, alinhavos, pinces, pregas, 
Seguia ritualmente aplicada
Em cada uma das suas execuções!...


Entretela, ourela, feltro
Filo, fio, forro, fustão, galão e gaze...

Tecidos estampados, crepe da china,
chiffon...


Tecidos finos, leves e ocasionais
Seda, javanesa, jersey,
Organdi, organza em fio de seda
,
Percal
 fino em algodão,
E lustrosos em popeline
...
Clássica gabardine
 inglesa!...
Alem dos tecidos encorpados 
Gorgorão, helanca, juta, lã
E 
o finíssimo linho!...

Detalhes no corte godê, 
Visando obter 
Movimentos andulados!...
Decotes na frente ou nas costas
Cavados ou cinturados!... 
Com ou sem nesgas para dar 
Mais ou menos amplidão! 
Cortes sutis e belos 
Que delineavam e ressaltavam volumes
Deixando-as cada vez mais belas...

Calada, concentrada
E às vezes cantarolando 
Entre uma costura reta 
E outras curvas ou detalhadas
Acompanhando delicadamente
A junção das peças... 
Assim como um quebra-cabeça 
Ia concluindo por fim 
A sua obra final!...

Não parecia ser,
Mas era a sua cria
Cada peça definitivamente acabada!...
E o seu sonho que realizava sonhos!...
As suas obras-prima, 
Confeccionados através
De suas delicadas mãos!... 
Honrava-lhe a sua profissão 
De costureira afamada!... 

Assim, relembro-me com saudades 
A minha adorada mãe costureira!...
Da. Didi m
estre em sua arte,
Em seu amor e determinação
E na sua entrega e dedicação!...

Alinhavou a vida... 
Entre linhas e retalhos!...
Por mim jamais serás esquecida 
E que para sempre serás lembrada!...

UFC

UFC: gerando novos frutos aos 58 anos

"Há 58 anos, o Ceará celebrava o nascimento de sua primeira Universidade, que atravessaria cinco décadas como única Instituição Federal de Ensino Superior em nosso Estado. Uma figura desponta, nesse episódio histórico, por seu espírito de liderança, ousadia e capacidade de trabalho: o Prof. Antônio Martins Filho, o Reitor fundador, que traçaria o perfil da Universidade inserida em um contexto globalizado, porém voltada, com especial desvelo, para a questão regional."

Leia mais: http://www.ufc.br/noticias/noticias-de-2013/3777-universidade-federal-do-ceara-gerando-novos-frutos-aos-58-anos
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Poesia de Vittorio de Giorgi

E la notte il calore brucia la pelle,
la luna e li che illumina la terra, 
La luna e gialla di colore fa ululare i 
Lupi la luna, la luna fa innamorare, 
La luna ti guarda con il suo viso e 
Con Le sue mani accarezza i nostri :
Visi la luna e dolcezza infinita 
Poesia di Vittorio de Giorgi

Felicidade-Divanira

FELICIDADE

Tem cores, tem flores
Tudo de bela ela tem
doce, delicada, vai gostar dela
emoções secretas, nunca se fecha
nunca cansei de procurar
Afff !! aprendi a ti encontrar.
felicidades!

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Eu não existo sem Você

Eu não existo sem você

Eu sei e você sabe, já que a vida quis assim
Que nada nesse mundo levará você de mim
Eu sei e você sabe que a distância não existe
Que todo grande amor
Só é bem grande se for triste
Por isso, meu amor
Não tenha medo de sofrer
Que todos os caminhos
Me encaminham pra você

Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
Vinícius de Moraes
*Crystal*


Pablo Neruda

Voglio che tu sappia
una cosa.

Tu sai com'è questa cosa:
se guardo
la luna di cristallo, il ramo rosso
del lento autunno alla mia finestra,
se tocco
vicino al fuoco
l'impalpabile cenere
o il rugoso corpo della legna,
tutto mi conduce a te,
come se ciò che esiste,
aromi, luce, metalli,
fossero piccole navi che vanno
verso le tue isole che m'attendono.

Orbene,
se a poco a poco cessi di amarmi
cesserò d'amarti a poco a poco.
Se d'improvviso
mi dimentichi,
non cercarmi,
ché già ti avrò dimenticata.

Se consideri lungo e pazzo
il vento di bandiere
che passa per la mia vita
e ti decidi
a lasciarmi alla riva
del cuore in cui ho le radici,
pensa
che in quel giorno,
in quell'ora,
leverò in alto le braccia
e le mie radici usciranno
a cercare altra terra.

Ma
se ogni giorno,
ogni ora
senti che a me sei destinata
con dolcezza implacabile.
Se ogni giorno sale
alle tue labbra un fiore a cercarmi,
ahi, amor mio, ahi mia,
in me tutto quel fuoco si ripete,
in me nulla si spegne né si dimentica,
il mio amore si nutre del tuo amore, amata,
e finché tu vivrai starà tra le tue braccia
senza uscire dalle mie.

-Pablo Neruda -

Canção do Mar

Canção do Mar - Francisco José
Francisco José e as Músicas que ninguém esquece (CBD/Phillips -- 1962)
Francisco José Galopim de Carvalho, cantor romântico e fadista, nasceu em Évora no dia 16 de Agosto de 1924, tendo falecido em Julho de 1988, vítima de um acidente vascular cerebral. 
(Évora/Portugal, 16/08/1924 ****** Portugal, 31/07/1988)
A música Canção do Mar é da autoria de Frederico de Brito e Ferrer Trindade. Foi cantada por Amália Rodrigues em 1955, no filme "Os Amantes do Tejo" sob o nome de Solidão. Em 1987, Anamar[1] lança o álbum "Almanave", onde aparece uma nova versão de "Canção do Mar". Este álbum chegou a disco de prata. Dulce Pontes também cantou uma versão desta música no seu álbum "Lágrimas" de 1993.
Outras artistas internacionais também se renderam a esta música, cantando as suas próprias versões em outras línguas, tal como: Hélène Segara ("Elle, tu l'aimes", 2000, com o videoclipe filmado no Alentejo e com Ricardo Pereira), Chenoa ("Oye, Mar", 2002) e Sarah Brightman ("Harem", 2003).
No Brasil, a Canção do Mar foi gravada inicialmente por Agostinho dos Santos em 1956, pelo selo Polydor, e, no ano seguinte, foi gravada por Almir Ribeiro, pelo selo Copacabana. Também foi usada como tema de abertura de uma adaptação do romance As Pupilas do Senhor Reitor, de Júlio Dinis, em telenovela. Interpretado por Dulce Pontes, este tema tornou-se um dos maiores êxitos da canção portuguesa de sempre (paradoxalmente nesta versão da "Canção do Mar" ouvem-se muito bem influências árabes), sendo provavelmente a canção portuguesa mais conhecida fora de Portugal, interpretada até hoje pelo mundo fora por vários artistas.
"A Canção do Mar" interpretada pela Dulce faz também parte da bandas sonoras do filmes americanos "As Duas Faces de um Crime" (título inglês - "Primal Fear"), no qual Richard Gere (que quis pessoalmente que esta música fosse incluída) contracena com Edward Norton e "Atlantis: O Continente Perdido" (título inglês - "Atlantis: The Lost Empire"), da Disney.
A música é bastante conhecida, quer em Portugal, quer no estrangeiro, sendo uma das grandes canções do fado. (Wikipedia)

Fui bailar no meu batel
Além do mar cruel
E o mar bramindo
Diz que eu fui roubar
A luz sem par
Do teu olhar tão lindo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo

Vem saber se o mar terá razão
Vem cá ver bailar meu coração

Se eu bailar no meu batel
Não vou ao mar cruel
E nem lhe digo aonde eu fui cantar
Sorrir, bailar, viver, sonhar contigo