segunda-feira, 29 de julho de 2013

Madona Mastwerpice-2013

f you were the Mona Lisa
You'd be hanging in the Louvre
Everyone would come to see you
You'd be impossible to move

It seems to me it's what you are
A rare and priceless work of art
Stay behind your velvet rope
But I will not renounce all hope

And I'm right by your side
Like a thief in the night
I stand in front of a masterpiece
And I can't tell you why
It hurts so much
To be in love with the masterpiece
'Cause after all
Nothing's indestructible

From the moment I first saw you
All the darkness turned to light
An impressionistic painting
Tiny particles of light
It seems to me it's what you're like
The "look but please don't touch me" type
And honestly it can't be fun
To always be the chosen one

And I'm right by your side
Like a thief in the night
I stand in front of a masterpiece
And I can't tell you why
It hurts so much
To be in love with a masterpiece
'Cause after all
Nothing's indestructible
Nothing's indestructible
Nothing's indestructible
Nothing's indestructible

And I'm right by your side
Like a thief in the night
I stand in front of the masterpiece
And I can't tell you why
It hurts so much
To be in love with the masterpiece

And I'm right by your side
Like a thief in the night
I stand in front of the masterpiece
And I can't tell you why
It hurts so much
To be in love with the masterpiece
'Cause after all
Nothing's indestructible
'Cause after all
Nothing's indestructible

Link: http://www.vagalume.com.br/madonna/masterpiece.html#ixzz2aRx9Ex5x

Motivo- C. Meireles - (Fagner)2013 Divanira

O ano de 1978 começou sob o signo de Raimundo Fagner. O Jornal de Música, do início de janeiro divulgara os resultados da escolha dos Melhores do Ano de 1977, reunindo indicados e destacando todos aqueles que se sobressaíram. Foi um ano excepcional, principalmente para os nordestinos. Raimundo Fagner se destacou em quatro categorias: Vocal Solo, Violão, Compositor e Show (Ao Vivo). Os nordestinos se destacaram com Zé Ramalho da Paraíba (Revelação de Compositor e Revelação Vocal Solo), Geraldo Azevedo (Melhor Violão), Robertinho de Recife (Revelação Instrumental Solo e Guitarra), Amelinha e Terezinha de Jesus (Revelação Vocal), dentre outros. O disco ORÓS continuava desaguando. O resultado insatisfatório das vendas não abalou a confiança de Raimundo Fagner. Ao contrário, sua expectativa maior era conquistar a América e iniciar as gravações de um disco nos Estados Unidos. Raimundo Fagner chegou aos Estados Unidos em fevereiro de 1978 e ficou convivendo com músicos brasileiros radicados lá há muito tempo como Airto Moreira, Laudir de Oliveira, Flora Purim e Naná Vasconcelos. Ficou algum tempo na casa do Laudir em Los Angeles e depois foi para Nova Iorque, onde ficou hospedado da casa do Naná Vasconcelos. De lá foi para Paris onde o Teatro Campagne Premiere o aguardava para algumas apresentações. O retorno ao Brasil somente aconteceu em julho de 1978. Antes, porém, ele participou dos shows da Anistia Internacional, na cidade de Colônia, na Alemanha, contra os 14 anos da ditadura brasileira (BRASILIEN 14 JAHRE DIKTATUR). Com apenas um violão na mão, Raimundo Fagner mostrou que não existem barreiras suficientes para conter a força de seu canto agreste, e atacou de Pobre Bichinho, As Rosas Não Falam, Gota D'Água, Vaila, Acalanto Para Um Punhal, Santa Tereza, Riacho do Navio, Epigrama No.9, ABC, Astro Vagabundo, e as instrumentais Algodão e Quem Viver Chorará. E de volta ao País, depois de meses ausente dos palcos cariocas, a grande expectativa do público e da crítica, era em relação ao início da temporada de Raimundo Fagner no Teatro Tereza Rachel, em setembro de 1978, com o show de lançamento do disco QUEM VIVER CHORARÁ, o quinto de sua confusa e ascendente carreira. Acompanhado por um time da pesada formado por Robertinho de Recife, Manassés, Dominguinhos, Ozias,Tuti Moreno e Chico Batera, Raimundo Fagner mostrou no show todas as músicas do novo disco e ainda acrescentou as clássicas Astro Vagabundo, Sangue e Pudins, Riacho do Navio, a inédita Angururu e recriou Légua Tirana (acompanhado de Dominguinhos na sanfona). Com direção artística de Jairo Pires e produção do próprio Raimundo Fagner, com QUEM VIVER CHORARÁ (CBS, 1978, No. 230.020) veio o primeiro Disco de Ouro de sua carreira, por mais de 170 mil exemplares vendidos. Um salto espantoso para quem começou com apenas 5 mil exemplares do MANERA FRU FRU, MANERA, pulou para mais de 40 mil com o RAIMUNDO FAGNER e caiu para 15 Mil com o ORÓS. O disco QUEM VIVER CHORARÁ, também chamado de EU CANTO, inteiramente dedicado aos pais, Seu Fares e Dona Francisca (com todo amor que tenho, e terei), abre o lado A com Revelação (Clodo e Clésio), Jura Secreta (Sueli Costa e Abel Silva), Acalanto Para Um Punhal (Robertinho de Recife, Herman Torres e Fausto Nilo), Punhal de Prata (Alceu Valença). No lado B, a clássica As Rosas Não Falam (Cartola), Motivo (mais um poema de Cecília Meireles musicado por Fagner), Pelo Vinho e Pelo Pão (Zé Ramalho), Cigano (Fagner) e Quem Viver Chorará (Fagner). Como subtítulo do elepê, daí o nome de EU CANTO, os versos de Cecília Meireles demonstravam bem o estado em que Raimundo Fagner se encontrava naquele momento: Eu Canto, porque o instante existe e a minha vida está completa. No disco (acústico, na definição do autor) Raimundo Fagner não só participou de todos os processos de gravação, como também em todas as faixas como músico (violão ovation, piano acústico, órgão Leslie, guitarra flamenca e percussão) e ainda na elaboração dos arranjos, na regência e na direção musical, além de ajudar no corte, ao lado dos técnicos Manoel, Ivair e Américo.

Casinha de Sapê- 2013

HYLDON de Souza Silva (Salvador, 17 de abril de 1951) é um produtor, guitarrista, baixista, compositor e cantor brasileiro do genêro Soul. Tendo trabalhado com música desde os 14 anos, foi instrumentista no início de carreira, tendo passado a compositor e produtor conforme foi amadurecendo. Sua popularidade foi muito grande nos anos 70 com o lançamento de seu maior e também primeiro sucesso, a canção "Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)", título de seu primeiro álbum. Sua popularidade declinou nos anos seguintes, fruto de brigas com gravadoras, mas sempre continuou gravando, compondo e fazendo shows pelo país. Teve um ressurgimento com a redescoberta de suas músicas por artistas mais novos e pelo cinema pós-retomada. Suas músicas mais conhecidas são a já citada "Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)", "As Dores do Mundo", "Na Sombra de uma Árvore", "Acontecimento" e "Velho Camarada", em parceria com Tim Maia e Fábio. Juntamente com o primeiro e Cassiano é considerado um dos precursores da música negra brasileira.

SUCESSO

Em 1974, é dada a oportunidade dele gravar seu primeiro disco, um compacto com Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê) / Mau Patuá. Logo após o lançamento, a primeira música começa a ser bem tocada pelas rádios, primeiramente do Rio e, depois, do país todo. No ano seguinte, lança outro compacto com As Dores do Mundo / Sábado e Domingo e, novamente, a primeira música se torna uma das mais tocadas nas rádios. Após estes dois êxitos radiofônicos consegue convencer a gravadora a lançar o seu primeiro álbum, Na Rua, na Chuva, na Fazenda, que se torna um sucesso, emplacando também "Na Sombra de uma Árvore", "Acontecimento" e "Sábado e Domingo", tendo o compacto duplo lançado no mesmo ano batido recorde de permanência na parada do NOPEM.

BRIGAS COM GRAVADORAS E DECLÍNIO NAS VENDAS

Em 1976, após passagem pelos Estados Unidos, reune-se com a banda Azymuth para gravar seu segundo disco, Deus, a Natureza e a Música, que contou, ainda, com participações de Cristóvão Bastos, Oberdan Magalhães (ambos da Banda Black Rio), Ed Maciel, Jorginho da Flauta, Chacal, Tony Bizarro e cordas do Teatro Municipal regidas pelo maestro Mário Tavares, além de contar com uma música em parceria com Caetano Veloso e uma regravação de "Pra Dizer Adeus", de Torquato Neto e Edu Lobo. Pela sua natureza experimental (contando com disco, rock e músicas de 8 minutos) e, também, pela baixa qualidade da mixagem, o álbum não vendeu bem, não produzindo nenhum sucesso radiofônico. No ano seguinte, troca de gravadora e lança Nossa História de Amor, com participações de Dominguinhos, Ed Lincoln, Maurício Einhorn, Zé Bodega, Márcio Montarroyos e cordas arranjadas por Waltel Branco, pela CBS. Além das vendas que ficaram aquém das expectativas, as constantes brigas com as gravadoras pelas quais passou, motivadas pelo controle artístico do material que ele produziria, levaram Hyldon a um hiato de 4 anos sem gravar. Sua única aparição em gravações é no compacto de Fábio, juntamente com Tim Maia, Velho Camarada / Raio de Sol, lançado pela EMI-Odeon em 1979.

LANÇAMENTOS INDEPENDENTES E PRIMEIRO REGISTRO AO VIVO

O redescobrimento de Hyldon passa também pelo cinema que começou a utilizar suas músicas como trilha, como Cidade de Deus, Carandiru, Durval Discos, O Homem do Ano e Antônia. Em 2003, Hyldon grava e lança, pelo seu próprio selo, O Vendedor de Sonhos, com distribuição da Trama. No mesmo ano, remixa e regrava vocais para o seu disco Deus, a Natureza e a Música, possibilitando a melhora da qualidade sonora do trabalho. Em 2005, a Universal, herdeira do catálogo da Polydor, relança uma edição comemorativa de 30 anos do seu primeiro e mais vendido disco, possibilitando que ele venha a ser conhecido pelas novas gerações. Em 2009, lança mais um disco de inéditas, Soul Brasileiro, contando com participações de Carlinhos Brown, Chico Buarque, Zeca Baleiro, Roberto Frejat, Jorge Vercilo, Carlinhos Vergueiro, Dalto, Tunai, Carlos Dafé, Zé Menezes, Karla Sabah e Alessandra Verney, entre outros. Em 2010, comemorando 35 anos do lançamento do seu primeiro disco, Hyldon realiza uma série de shows que são gravados por uma pequena gravadora, RWR, e tornam-se no seu primeiro registro ao vivo, lançado em CD e DVD com distribuição pela Universal. No disco, participações de Bebeto, Carlos Dafé, Michael Sullivan, Mr. Catra, Mc Gil, Mc Yasmin e Sérgio Loroza, misturando a nova com a velha geração da música negra brasileira.

domingo, 28 de julho de 2013

Remmber- Memory-2013

Lembranças

Saudade das terras onde morei, dos amigos que deixei, dos lugares por onde andei e das estradas que passei.
Cresci em um cenário seco de dor e tristeza, miséria e pobreza, mas de grandes histórias e vitórias.
Sorrisos encantaram, olhares cativaram, palavras destroçaram e me fizeram crescer.
Guardo lembrança de uma velha infância, a alegria de ser criança, da vida simples e feliz que me fez ser: humano.
Busquei e não deveria ter buscado, acreditei no que não deveria ter acreditado, passei o que não era para ter passado, amei e não fui amado, a esperança é o meu legado.
Meu destino é uma escada aspiral, uma nave espacial, de uma vida pouco intelectual. Para frente não há sinal; o futuro é imprevisivel cujo status indisponível fazem dos sonhos meu combustível.
Agradeço à tudo, agradeço à todos, agradeço à Deus.

PUsycat- Mississipi- 1975- 2013

Pussycat - Mississippi 1975

Where you can hear a country song from far
and someone plays the honky-tonk guitar
Where all the lights will go out one by one
the people join the sun
and the wind takes it away

Where the Mississippi rolls down to the sea
and lovers found a place they'd like to be
how many times before the song was ending
love and understanding
everywhere around

Mississippi, I'll remember you
whenever I should go away
I'll be longing for the day
that I will be in Greenville again

Mississippi, you'll be on my mind
everytime I hear this song
Mississippi roll along
until the end of time

Now the country song for ever lost its soul
when the guitar player turned to rock and roll
and everytime when summernights are falling
I always will be calling dreams of yesterday

Mississippi, I'll remember you
whenever I should go away
I'll be longing for the day
that I will be in Greenville again

Mississippi, you'll be on my mind
everytime I hear this song
Mississippi roll along
until the end of time

Everytime I hear this song
Mississippi roll along
until the end of time.

UM ANJO - KLB - DIVANIRA 2013

Hoje eu sonhei
Com um anjo
Feito só prá mim
Quem vai dizer
Pra onde a gente vai
Quando acaba o amor...

Se tudo terminou
Suas asas
Vão me proteger
E quando a noite chega aqui
Eu deito prá pensar
Na luz que se perdeu
Um anjo vem me beijar...

E o seu amor
Suave como o vento
Prazer sem julgamento
Que me faz voar...

E quando a dor
Me torna mais covarde
Eu sinto a coragem
Pra ser o que sou
Por que prá sempre
Um anjo vem me beijar...

Quando eu fico mal
E a dor parece
Não ter final
Olho pro céu
E eu sei
Que as estrelas
Sempre vão brilhar...

E quando a noite vem
Estou sozinho
Sem ninguém
O céu se apagou
Um anjo vem me beijar...

E seu amor
Suave como o vento
Prazer sem julgamento
Que me faz voar...

E quando a dor
Me torna mais covarde
Eu sinto a coragem
Pra ser o que sou
Por que prá sempre
Um anjo vem me beijar...

E seu amor
Suave como o vento
Prazer sem julgamento
Que me faz voar...

E quando a dor
Me torna mais covarde
Eu sinto a coragem
Pra ser o que sou
Por que prá sempre
Um anjo vem me beijar...

Protestos Obscenos JMJ 2013

E se fosse uma Marcha Católica destruindo símbolos LGBT ou feministas, durante uma Parada Gay ou uma Marcha das Vadias? Seria massacrada pela mídia internacional no ato, com manifestantes linxados e presos na hora. Seriam rotulados de fascistas e intolerantes, fomentadores do ódio e da violência.
Mas como é para ofender católicos durante um evento católico, todo mundo deixa para lá. Sim, o inferno também tem seus representantes na Terra, e eles estão enfurecidos de ódio porque graças a JMJ muitos jovens estão voltando para o Reino de Deus e mudando de vida. Mas não pode ficar barato. Vilipendiar objetos de devoção é crime e os católicos precisam ser dar o respeito:

“escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso. Pena – detenção de um mês a um ano, ou multa”. Código Penal, artigo 208